O legado da política de imigração de Trump está redesenhando o cenário social e econômico dos Estados Unidos em 2025, com impactos que ecoam além de suas fronteiras. Desde sua posse em janeiro, Donald Trump intensificou medidas restritivas, como deportações em massa e o fim de caminhos legais para entrada no país, cumprindo promessas de campanha que galvanizaram sua base. O legado da política de imigração de Trump foi tema de uma análise profunda no programa Como é que é?, da TV Folha, onde a correspondente em Washington, Julia Chaib, discutiu a série Pesadelo Americano. A reportagem percorreu 1.500 quilômetros no Texas para revelar histórias de imigrantes afetados por essas mudanças. Esse endurecimento reflete uma visão de segurança nacional que prioriza o controle rígido das fronteiras. Para muitos, o legado da política de imigração de Trump é uma mistura de ordem e controvérsia.
O legado da política de imigração de Trump se manifesta de forma clara nas cidades fronteiriças, onde a presença de imigrantes em situação irregular caiu drasticamente. Em lugares como Brownsville, McAllen, Laredo e El Paso, a série Pesadelo Americano capturou relatos de famílias presas em um limbo, sem opções de asilo ou refúgio. O legado da política de imigração de Trump transformou essas regiões em zonas de espera, com deportados retornando ao México em grande quantidade. A decisão de encerrar programas como o CBP One, que agendava pedidos de entrada, deixou milhares sem alternativa legal. Isso reflete a estratégia de Trump de selar a fronteira sul, uma promessa que ele reitera desde 2016. O legado da política de imigração de Trump, nesse sentido, é um divisor de águas para comunidades que dependiam da migração.
A economia americana também sente o peso do legado da política de imigração de Trump, especialmente em setores como construção e cuidados de saúde. Com a deportação de milhões de trabalhadores sem documentos, indústrias que dependem de mão de obra imigrante enfrentam escassez crescente. O legado da política de imigração de Trump pode elevar os preços de bens e serviços, como apontam economistas, enquanto reduz a oferta de auxiliares de saúde em um país com população envelhecida. A série da Folha mostrou como essa mudança afeta não apenas os deportados, mas também os americanos que contam com esses serviços. O legado da política de imigração de Trump força uma reconfiguração do mercado de trabalho, com consequências que ainda estão se desenrolando.
Na esfera internacional, o legado da política de imigração de Trump está gerando tensões diplomáticas com países da América Latina. A insistência em deportações para nações como Venezuela, Cuba e Colômbia, muitas vezes com uso de voos militares, provocou reações de líderes como Gustavo Petro, que inicialmente resistiu, mas acabou cedendo. O legado da política de imigração de Trump pressiona esses países a absorver cidadãos que fogem de crises, criando novos desafios humanitários. A reportagem de Julia Chaib destaca como cidades mexicanas próximas à fronteira viraram pontos de triagem para deportados. O legado da política de imigração de Trump está, assim, exportando uma crise que os EUA não querem mais lidar internamente.
O legado da política de imigração de Trump também polariza a sociedade americana, com reações que vão de apoio fervoroso a protestos intensos. Em Los Angeles, milhares foram às ruas em fevereiro de 2025 contra as medidas, bloqueando rodovias e queimando pneus, como noticiado pela Folha. O legado da política de imigração de Trump é aplaudido por quem vê na imigração irregular uma ameaça à segurança, mas criticado por defensores dos direitos humanos que denunciam a truculência das deportações. A série Pesadelo Americano expôs histórias de famílias separadas e imigrantes algemados, evidenciando o custo humano dessas políticas. O legado da política de imigração de Trump alimenta um debate que divide o país como poucos temas conseguem.
A segurança nas fronteiras é o coração do legado da política de imigração de Trump, com medidas que vão desde barreiras físicas até blitze policiais em santuários urbanos. A prisão de brasileiros como Lucas Amaral, parado em Massachusetts sem histórico criminal, mostra como o ICE intensificou suas operações. O legado da política de imigração de Trump rompe com a ideia de que apenas criminosos seriam alvos, atingindo comunidades inteiras de trabalhadores indocumentados. A série da Folha revelou o medo crescente entre os 230 mil brasileiros sem documentos nos EUA, muitos limitando suas rotinas por temor de deportação. O legado da política de imigração de Trump é uma mensagem clara: ninguém está imune à repressão.
O legado da política de imigração de Trump também desafia o sistema jurídico americano, com decretos enfrentando resistência nos tribunais. Tentativas de restringir cidadania a filhos de imigrantes irregulares ou de usar emergências sanitárias para fechar fronteiras já foram bloqueadas por juízes federais. O legado da política de imigração de Trump testa os limites constitucionais, enquanto o governo recorre à Suprema Corte para validar suas ações. A análise de Julia Chaib no programa da TV Folha aponta que essa batalha legal pode definir o alcance das políticas migratórias por anos. O legado da política de imigração de Trump, nesse aspecto, é uma aposta arriscada no poder executivo contra o equilíbrio de poderes.
Por fim, o legado da política de imigração de Trump está apenas começando a se consolidar, mas já deixa marcas profundas no Brasil e no mundo. Para os brasileiros deportados, o retorno a cidades como Manaus traz novos desafios de reintegração, enquanto o governo Lula busca respostas diplomáticas. O legado da política de imigração de Trump força países a lidar com fluxos migratórios invertidos, enquanto nos EUA a discussão sobre identidade nacional ganha força. A série Pesadelo Americano é um testemunho vivo dessas mudanças, mostrando que o impacto vai além das estatísticas. O legado da política de imigração de Trump será medido não só por números, mas pelas vidas transformadas em ambos os lados da fronteira. O futuro dirá se essa visão prevalecerá.